1.30.2017

Contrastes

Depois da aventura da semana passada, o "regresso" à zona de conforto!

1.23.2017

Tróia-Sagres (em formato original)

Há cerca de 7 anos fiz em bicicleta de estrada o "clássico" Tróia-Sagres. Não fiquei com vontade de repetir mas algum tempo mais tarde, tive a ideia de o voltar a fazer no formato originalmente pensado pelo seu criador (Malvar): em bicicleta de BTT, apenas com pneu fino. Foi uma ideia ténue e sem grande entusiasmo mas que um desafio/pedido de Mr A possibilitou. E este sábado lá foi a Diamond Back fazer companhia à Van Nicholas.
7 anos volvidos, com uma bike de menor performance, fui mais rápido que há 7 anos. E escrupulosamente metódicos! A partida prevista às 9h ocorreu às 9h; dos 60 min previstos para paragens, prescindimos de 2; e fizemos os 200km do percurso em 7h57min, menos 3 do que o planeado! Isto apesar do frio amenizado pelo sol que nos acompanhou sempre. A recuperação foi feita com bifinho, peixe grelhado, tinto e branco e pela companhia das nossas maiores (únicas... :-) ) apoiantes! Tudo somado, um grande fds. Mas tal como há 7 anos, não me imagino a repetir :-)

1.19.2017

Rolando

Hoje, 1h10 min de rolo, para as pernas não se esquecerem que este sábado vão ter muito que dar ao pedal!

1.12.2017

Nomad vs Stumpy

Não, não comprei novamente uma stumpjumper! ...para mim... :-). Mas convenci Mr A a adquirir uma de 2012 em estado imaculado, já com uma Talas de 120-140mm, travões de 200/180mm, com um purgatory à frente e um ground control atrás. E este fds fomos estreá-la para Sintra. Felizmente que levei a Nomad porque o rapaz, vindo de uma rígida, parecia um piloto de DH atrás de mim! Não o levei (ainda...) aos piores locais mas a zonas suficientemente técnicas para ele ter adorado a nova máquina. Que por sinal está ligeiramente mais elevada que o modelo anterior e portanto não batem tanto os cranks (que vem com protecção). Em resumo, uma volta que só pecou por curta mas que deixou antever outras igualmente desafiantes!

1.06.2017

Registo de manutenção (Nomad) - cabos e bichas (frente)

Cabo shimano e bicha jagwire, lubrificação do manípulo X9

1.04.2017

Balanço 2016



Deve ser o 12º deste blog e mais um de “evolução na continuidade”. Ou seja, no geral, foi mais do mesmo mas há sempre um salto qualitativo. E relativamente a 2016, é caso para dizer que foi aliás ano de muitos saltos, literalmente! A Titus manteve-se como a bike de referência mas a grande particularidade do ano foi ter esgotado rapidamente a Stumpy como 2ª bike e ter mudado para a Nomad que, essa sim, veio preencher um nicho até então inexistente lá em casa.
Assim, continuaram a predominar as voltas em Sintra, no 1º semestre com a Stumpy, depois com a Nomad, sempre intercaladas com algumas voltas na Titus e, esporadicamente, um treino nos dias mais chuvosos recorrendo à Diamond Back. Renovaram-se componentes e trilhos, evitaram-se lesões, quedas e erosões, exploraram-se alguns trilhos novos e revisitou-se local antigo. Não houve “provas” e está quase eliminada a vontade para tal. Mas voltou a haver 1 travessia digna desse nome, por terras de Gerês/Xurês e que deixou vontade de voltar. A Nomad veio reforçar o meu gosto pela montanha (em detrimento da estrada) e, tal como previsto, uma menor utilização da Diamond Back. Mas curiosamente, não me fez diminuir o gosto pelas voltas com a Titus. Só lançou o bichinho dos saltos...
Votos para 2017? Como 2016 mas com mais Kms, com pelo menos 2 “desafios”, sem quedas nem quebras (de material), com a preservação de bons trilhos e o explorar de novos locais.

1.02.2017

Último passeio de 2016

A 31, pelas 8h da manhã, com um frio significativo mas um dia lindo, fiz a última volta do ano. Umas pastilhas de mentol, uns paracetamol e ácido acetilsalicílico ajudaram a estar ok para num curto espaço de tempo voltar a andar por terras do Alto alentejo. Já faço esta volta como ritual há muitos anos, já a fiz molhada, seca, assim-assim, com calor, no verão, na primavera, etc. Mas nunca a tinha feito começando com um manto branco que se foi progressivamente evaporando com o sol da manhã. Que forma esplêndida de encerrar o ano! Há quem diga que tenho um problema por gostar de me levantar cedo. Mas quem tivesse visto as cores, os tons, os cheiros que eu assim vejo, talvez pensasse de forma diferente. Bom 2017!