1.04.2017

Balanço 2016



Deve ser o 12º deste blog e mais um de “evolução na continuidade”. Ou seja, no geral, foi mais do mesmo mas há sempre um salto qualitativo. E relativamente a 2016, é caso para dizer que foi aliás ano de muitos saltos, literalmente! A Titus manteve-se como a bike de referência mas a grande particularidade do ano foi ter esgotado rapidamente a Stumpy como 2ª bike e ter mudado para a Nomad que, essa sim, veio preencher um nicho até então inexistente lá em casa.
Assim, continuaram a predominar as voltas em Sintra, no 1º semestre com a Stumpy, depois com a Nomad, sempre intercaladas com algumas voltas na Titus e, esporadicamente, um treino nos dias mais chuvosos recorrendo à Diamond Back. Renovaram-se componentes e trilhos, evitaram-se lesões, quedas e erosões, exploraram-se alguns trilhos novos e revisitou-se local antigo. Não houve “provas” e está quase eliminada a vontade para tal. Mas voltou a haver 1 travessia digna desse nome, por terras de Gerês/Xurês e que deixou vontade de voltar. A Nomad veio reforçar o meu gosto pela montanha (em detrimento da estrada) e, tal como previsto, uma menor utilização da Diamond Back. Mas curiosamente, não me fez diminuir o gosto pelas voltas com a Titus. Só lançou o bichinho dos saltos...
Votos para 2017? Como 2016 mas com mais Kms, com pelo menos 2 “desafios”, sem quedas nem quebras (de material), com a preservação de bons trilhos e o explorar de novos locais.

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