9.22.2016

Schwalbe Jimmy 2.1 UST

É claro que a Titus não podia ficar com um pneu 2.3 atrás! O eskar foi retirado assim que cheguei a casa até para não andar com uma válvula de câmara de ar a desgastar o aro tubeless. E no imediato quem vai substituir o Captain abatido em combate? Pois é, um Jimmy 2.1 UST, talvez o último dos moicanos, quase esquecido num expositor da LDB. O Jimmy era um grande pneu apesar de se desgastar um pouco rápido. Se tivesse apenas a Titus não optaria por ele já que é um pneu mais virado para o XC. Mas agora com a Nomad a assegurar as voltas mais agressivas, pareceu-me uma boa opção para emparelhar com o Ground Control à frente. Este fds já vou testar se foi uma boa opção :-)

Baixa militar e os custos de um 2.3 atrás

No fds passado fomos para a zona do PNSAC aproveitar o final do Verão. Sábado foi uma volta de single-tracks, espectacular mas com custos que vim a pagar no domingo. O Captain da Titus, apesar de praticamente novo, fez uma bolha por descolamento da tela que, mandou a prudência, obrigou à sua substituição para a volta de domingo. Por um feliz acaso, até tinha levado um pneu extra mas como o unico que andava lá pela garagem é um Eskar 2.3 S-works, foi esse que tive de colocar. Fui portanto fazer uma volta de quase 60Km, com calor, com um pneu 2.3 claramente feito para a roda frontal (fino e leve!), na traseira, com câmara de ar! Ou seja, a fazer figas para não ter nenhum furo. Não adiantou! A meio tivemos de mudar a câmara de ar, surgiram as caimbras, enfim, entre um misto de desgaste físico e psicológico, mas com Mr A. a "puxar", lá chegámos ao fim. Mais um para memória futura!

9.13.2016

Nomad e Motolite - VPP e FSR

Como aqui já referi, a Nomad é suficientemente distinta da Motolite para eu não ter grande dúvidas na escolha de qual bike usar; baste definir antes que tipo de volta vou fazer. Este fds por exemplo andei em Sintra com uma no sábado e com a outra no domingo. No sábado escolhi descidas mais agressivas, no domingo mais calmas. E curiosamente o corpo adapta-se bem às características de ambas. Claro que noto a influência de uma e outra no meu posicionamento e escolha das linhas. Mas está a dar bastante prazer gerir essa parte.
De registar também o facto de, nas diferenças notórias, não incluir o sistema de suspensão dos quadros. Quer o VPP da Nomad, quer o FSR da Motolite se comportam lindamente com os amortecedores Fox. Ou é insensibilidade minha ou ambos os sistemas são muito eficientes a subir e descer. As principais diferenças vem (claro) do maior curso e estabilidade na Nomad e da agilidade da Motolite.

9.12.2016

Estranha epicondilite

Fiz umas sessões de fisioterapia específica (ultra-sons, electrochoques, gelo, etc) e na realidade a coisa não se alterou muito. Este fds vai de dar no sábado um giro de Nomad e no domingo na Motolite e sinto-me melhor! Como não sou de misticismos nem de acreditar que a cura está na nossa cabeça, vou mas é tentar apurar, de forma apropriada (médica!) o que raio tenho ou não tenho!

9.02.2016

Eu que nem gosto de ténis...!

É oficial, estou a recuperar de uma tendinite no cotovelo. De tenista diz-me o fisioterapeuta! Ao que parece, o machado e a tesoura de poda são como uma raquete....Enfim, veremos como isto evolui depois de uma sessão de ultra-sons e electrochoques.