10.29.2010

TLD 2.II (rolante)

Rodas Mavic Crossmax Disc – Há 4 anos, com a aquisição da Motolite vieram também umas novas crossmax disc substituindo as anteriores. Estas fizeram portanto 4 anos de bom uso e esteticamente estão ainda muito bem conservadas. A da frente está a necessitar de uma limpeza nos rolamentos, eventualmente serem substituídos. Fora isso tem rolado perfeita. A traseira, mais sofrida, teve um problema de desgaste no furo do aro que me impedia o uso de tubeless(http://pedalices.blogspot.com/2009_07_01_archive.html). Teve de levar um aro novo e como muitos dos raios estavam “colados” lá levou também raios novos. Ou seja, da original resta o cepo! E por aí, não houve problemas, apenas a usual rotina de manutenção. Nesse aspecto, uma melhoria relativamente à anterior [Nessa tive problemas com folga no cepo: para poupar gramas a Mavic substituiu um rolamento por um casquilho de nylon q rola directamente sobre o alumínio do cubo. A consequência é o desgaste desse casquilho que provoca folga no cepo e K7. Qt maior o desgaste mais frequente se torna a necessidade de revisão e, em determinado ponto, pode começar a moer o proprio cubo.]. Nesta altura do aro (e o que veio por acréscimo...) ponderei trocar de rodas mas tudo somado, achei que valia a pena manter.

Pneus Specialized The Captain 2.0 – Como eu estava enganado há 4 anos e dizia bem dos Black Jack! Houve algures um “intermezzo” com o Kenda Nevegal e o Schwalbe Jimmy, pneus excelentes mas hoje muito caros. Até dar uma oportunidade ao Captain e agora não querer outra coisa. Inicialmente apenas em versão tubliss mas agora também em UST, preço acessível e uma performance óptima com um desgaste aceitável. Curvo melhor, rolo melhor e mesmo à frente sinto que não preciso de nada mais largo para descer ou subir. Já por mais de uma ocasião me enfiei em regos indesejáveis e os captain sairam sem escorregadelas ou atravessadelas de maior. E numa ou noutra ocasião que foram para a estrada, coloquei-lhes uma pressão elevada e aquele taco central permite um rolar muito considerável (em comparação com o Nevegal, por ex).

10.27.2010

TLDs – o regresso

Há quatro anos (http://pedalices.blogspot.com/2006_06_01_archive.html) que não falava sobre Testes de Longa Duração (TLD). Tal como referi então, uma crítica ao material após se ter testado o produto durante 1 mês não é muito significativa. O ideal é procurar aquelas opiniões bem fundamentadas pela tempo porque aí sim, temos uma análise mais desligada do marketing que nos impele a trocar tudo a cada 6 meses. Portanto, vamos lá refazer o “inventário” à máquina e aos seus componentes que continuam a resistir e a ter uma performance digna de registo.

Avanço e Espigão Thomson Elite (+/- 2 anos) – Os que tenho são substitutos de outros Thomson, apenas tem dimensão/configuração diferentes. Mantenho na íntegra o que disse na altura: caros, ultra-leves, óptima qualidade, os parafusos não tem ferrugem, não há um ranger, uma folga. Se não tivesse procedido a alterações na geometris, estou convicto que ainda tinha os anteriores.

Caixa direcção Chris-King (+/- 6 anos) – É ainda a mesma que foi sujeita ao TLD anterior. A peça mais antiga da bike. Vale a pena dizer mais alguma coisa?

Desviadores Shimano XTR – Dizia eu há 4 anos que não me fazia sentido comprar XTR, que XT funciona muito bem. E é verdade. Mas agora tenho XTR :-) E além de funcionarem optimamente são lindos. Sim, são bem mais caros mas quem vai acompanhando o blog sabe que a Titus é mais dos que apenas performance. Continuo a manter os cuidados da praxe (limpeza, afinação, lubrificação, etc) e graças a isso não tenho problemas com mudanças.

Punhos guiador – Como há 4 anos, continuo fiel aos Ritchey WCS de espuma muito confortáveis, baratos, leves embora pouco resistente a cortes. Mas como nestes anos todos rasguei apenas 2 ainda acho que compensa em detrimento de uns de borracha.

Selim (+/- 2 anos) – Depois de um namoro dificil deixei-me convencer pelo Rival SL 130mm com carris de titânio. Primeiro hesitei pelo aspecto menos bonito mas é mesmo muito bom e agora até bonito o acho. E também tive dúvidas sobre carris em titânio. Mas são menos 200g na bike e até agora nem um empeno o que é significativo considerando que, mesmo pesando eu 72-75 Kg, apoio-me várias vezes na parte de trás em descidas mais pronunciadas. A Specialized descontinuou este modelo e eu estou a pensar ficar com um dos últimos, tal o gosto que lhe adquiri! De acordo com o indicador "Body Geometry" devia utilizar um 143mm mas dei-me tão bem com os 130mm que, seja qual for o modelo do próximo selim, apostarei novamente nesta medida.

Transmissão (corrente e cassete) – A mesma combinação há cerca de 9 anos: Cassetes XT e correntes Connex Wippermann (908). Podem ir ver o que escrevi há 4 anos e tudo se mantém. Uma ligeira nuance, a Motolite é mais dada a chupões que a sua antecessora, a Superlight, e por isso tenho mudado de corrente com uma maior frequência mas em contrapartida dura-me mais a cassete.

(to be continued)

10.25.2010

Grande final!

LOUSÃ from paulo fininho on Vimeo.

Já há um tempo que andava para "roubar" este video ao Fininho e colocá-lo aqui. Eu sei que o motivo não é o mais nobre mas atentem no acrobático e fantástico final! :-)

All in one

Não se jogou golfe no fds mas fez-se montes de coisas. Deu inclusivé para uma volta relâmpago na serra, com um piso óptimo, talvez a última antes de virem as chuvas. E se não foi longa, soube muito bem. A Titus parece melhor que nunca, mais ágil e continua a mostrar que não é ela o limite pois quando eu tento algo novo, ela corresponde como quem diz “vês, eu sempre disse que isto se passava bem”. E então quando se vê acompanhada pela prima Racer-X de Mr A, não só desce, como a seguir tem também de subir...muito! Gostei também de fazer umas descidas mais agrestes à frente de pessoal com máquinas de DH e ouvi-los queixarem-se de dores nas mãozinhas quando tem suspensões de 200mm; que seria deste pessoal se andasse nesta altura! Mas muito melhor que a volta, foi o outro lado da manhã, lá na praia! :-)))

10.22.2010

Parabéns à Titus


Chegou a casa há 4 anos. Desse dia até ao de hoje conserva o amortecedor, a caixa de direcção e as rodas. Sem dúvida a minha bike mais abusada e mais amada. 4 anos volvidos sinto-me ainda o factor limitante às suas capacidades e com vontade de a ter mais uns quantos. O "padrinho" desta relação, Mr G, fez bem em convencer-me, obrigado também a ele por isso. E a todos com quem tenho partilhado o gozo da companhia nos trilhos!

10.20.2010

Coincidências


Reencontro de velhos conhecidos!

10.18.2010

Passeio-referência


Há quase um ano que não ia a Castelo de Vide/Marvão fazer um passeio. De há pelo menos uns 10 para cá que lá vou 1 ou 2 vezes no ano e a tradição não podia ser quebrada. Esta zona é mais que bonita. É um percurso duro, técnico, cheio de subidas íngremes, descidas trialeiras, uma paisagem fantástica. É a modos que o meu passeio-referência, aquele em que vou testando a minha resistência e capacidades face a anos anteriores mas também um retemperador de energia, a minha Meca. Ontem fiz pela primeira vez a versão longa (ficou na casa dos 60 Kms com uns acrescentos) sempre a pedalar sózinho (amigos impossibilitados de ir e/ou em baixa de forma)! Em algumas alturas custou a solidão mas resisti a usar mp3 e fui apenas sempre a saborear os sons locais e os da "interacção" bike-solo. Senti-me em forma, geri bem o esforço nas subidas, o tempo esteve magnífico, um sol agradável, temperatura amena e depois, pedalei sózinho mas não estava sózinho e isso ajudou imenso :-)). Foi um óptimo fds!!

(mais fotos quando tiver tempo)

Tributo ao "Dimas"


Esta semana inicia-se com um post triste, o do falecimento de um obreiro de trilhos em Sintra, pessoa que não cheguei a conhecer mas a quem de alguma forma, fui prestando tributo mantendo e conservando trilhos que ele iniciou - os famosos Dimas1, 2 e 3. Bastantes horas passei eu também na serra a limpar, desobstruir, reparar pontes, etc. Foram aqueles trilhos que me sensibilizaram para a importância de o fazer, porque todas as horas de gozo ali passadas se devem ao esforço de uns poucos. É póstumo mas fica mais uma vez o meu muito obrigado e a garantia que deixou seguidores!

10.15.2010

Camisola Amarela

Camisola Amarela Estafetas from Rui Costa on Vimeo.


Não, não é um post sobre o Contador, resíduos de plástico nem nada do género. É sobre um serviço que já cá existe e que, espero, vingue!

10.12.2010

Linda

Roubo(s)


Mais um amigo vítima dos amigos do alheio. A bike da foto sumiu-se da garagem do amigo Mané em Massamá e se alguém a vir algures pode deixar msg que a farei chegar ao dono.
Os roubos de garagem proliferam e felizmente eu tenho espaço dentro de casa. Mas mesmo dentro de casa ela está pendurada e amarrada com um corrente fixa à parede e que passa pelo quadro e ambas as rodas. Não torna a coisa impossível mas dificulta bastante a tarefa! Deixo aqui novamente a sugestão em particular para garagens.

10.11.2010

Menino não entrou


Não fui pedalar mas fui de acompanhante. E foi giro :-)))

10.06.2010

Impressionante


Nunca achei uma piada por aí além à parte da competição, nem mesmo agora que tenho mota. Mas aqui há uns anos fiquei impressionado com o Rossi na pista do estoril; aquilo era mesmo andar nos limites da velocidade e aderência. Este fds vi um video-resumo do GP do Japão (infelizmente já não disponível no Youtube mas aqui para subscritores ) e da "luta" (porque disso se tratou!) entre ele e o colega de equipa Lorenzo. Simplesmente impressionante o espectáculo dado pelos 2!

Forma e confiança

Sábado e ontem deu para fazer dois treinos simpáticos, daqueles que fazem melhorar a forma física e a confiança. Sábado em Monsanto o aquecimento correu por conta de Mr A que se encarregou de puxar por 2 geodésicos mais fraquitos; ele depois zarpou e nós lá ficámos até já não haver mais trilhos conhecidos para percorrer nem forças para o fazer. E ontem a palmelada leve deu para perceber que as pernas estão a voltar. Que o digam Mr LD, Mr D e Mr B. Os 2 primeiros ainda cumpriram os mínimos, já Mr B acusou-me até de gostar é de subidas! Acho que tão cedo não vem novamente connosco :- ))
No que diz respeito à parte técnica continua a causar alguma curiosidade o estranho funcionamento da Talas. Definitivamente, durante um percurso longo ou paragem prolongada (dias), a pressão interna vai aumentando, como se ela “sugasse” ar para a câmara de compressão. É pois preciso, antes de cada volta ajustar-lhe o valor o que no meu caso significa repôr 80 psi, menos até do que eu geralmente colocava. Ora isto também significa que agora tenho andado com uma frente mais macia o que se nota (e bem) na velocidade nas descidas e no aumento da confiança. O que se nota menos é a pressão da Intense....:-))