9.29.2008

Pino(ts)


Se há coisa que pode ser considerada miudeza nos componentes da bike, são os pinos da corrente. E no entanto, quando uma se parte, aquelas décimas de grama fazem a diferença entre um enorme tempo perdido e uma reparação rápida. Por isso mesmo ando sempre no camelbak com um “kit” que inclui elos rápidos para connex e sram e pinos para shimano. Eu só uso connex mas assim dá para desenrascar os incautos. Mr T já foi por mim socorrido 2 vezes, Mr NP foi no sábado. E como até nem tínhamos pressa fui mauzinho e deixei-os por uns minutos a tentar cravar um pino normal usado antes de lhes dar o suplente (idêntico ao da imagem). E depois mais um bocadinho antes de lhes explicar como se parte o “excesso”. Foi feio mas deu gozo :-))).
E agora já sabem que assim a reparação é peanuts!

9.28.2008

Incertezas

Este fds nem o accuweather acertou com os desígnios do S Pedro. As previsões unânimes de chuva lá para cima levaram-nos a adiar a volta dominical prevista para os lados do Mondego e a antecipar para sábado um passeio que se quedou por perto. Tal como Mr NP que também se quedou, sem grandes mazelas, precisamente no mesmo trilho desta volta “saloia”. E a seguir ainda partiu uma corrente! Azar? Destino? Será que ele quererá arriscar alguma vez mais este passeio? Quem também se quedou mas das canetas foi Mr ML que comprovou o ditado popular que “peixe não puxa carroça” (nem bicicleta!). Mas mesmo com os contratempos e a alteração de planos o passeio foi fixe com muito trilhos giros (definitivamente a precisarem de água!), tempo magnífico e mais um café e bola de Berlim na praia de S Julião. A meio do passeio que bem que sabe. E continua um tempo incerto...

9.26.2008

Strangers in the night

Ontem à noite fomos dar uma volta até à serra. Os caminhos usuais mas percorridos em noite cerrada tem um outro encanto. A mim, com as luzes mais fracas, valeu-me o forte conhecimento dos obstáculos. Em particular no DH, feito sempre com o pensamento “que esteja tudo na mesma” (e estava!). Mesmo assim, Mr ML e JL resolveram apear-se de forma menos graciosa (malharam!) numa secção em que o pó era tanto que os tornou uns completos estranhos, assustadores. E depois, cara enfarruscada, olhos bem abertos riam-se divertidos. Ainda bem que mais ninguém nos viu! Cambada de loucos irresponsáveis :-))

9.25.2008

Shoe Gaze


Com os sapatos agora limpos já podemos admirá-los enquanto pedalamos. É a onda “shoegazing” (*). E o quanto eu ouvia Pale Saints e Lush!

(*) genre of alternative rock that emerged from the United Kingdom in the late 1980s. […]the musicians in these bands often maintained a motionless performing style, standing on stage and staring at their effects pedals or the floor while playing their instruments; hence, the idea that they were gazing at their shoes.

9.23.2008

(quase) tudo o que acontece


"Ultimately, Everything That Happens Will Happen Today is about how music heals even if it can't cure."
Will Hermes, Rolling Stone

Shoe shine


Aqui há uns dias os sapatos tiveram direito a um tratamento raro: lavagem na máquina! A frio e dentro de um saco de pano (para não dar cabo do tambor da máquina) ficaram que pareciam novos. Não foram engraxados mas até brilhavam. O que é óptimo já que os tempos não estão para grandes gastos. Pelo aspecto geral ainda estimo mais uns 8 meses de uso intenso mas cuidado.

In or Out?

Enquanto a mamã estatutava, papá e filhota foram à esplanada do MacDô. Quem é que é mais in? :-))

9.22.2008

Poucas novidades

Hoje o relato é breve porque as voltinhas do fds foram boas mas quase isentas de novidades. Divertimo-nos (o costume!) em trilhos conhecidos, com bom piso, sem quedas, sem chuva, etc. De novo só mesmo ter experimentado a Stumpjumper de Mr ML numa subida (só tinha descido) e verificar que aquilo sobe muito bem. Aliás, a seguir tive de ir fazer a mesma subida com a Titus para descansar o espírito e verificar que subi tão bem com uma como com a outra. Nota positiva também para o pneu "captain"; boa aderência num UST que se vende abaixo dos 30 euros (o preço da generalidade dos UST está a ficar uma roubalheira!!).
Outra nota de registo para o fds passado teve a ver com a perspectiva que se abriu de ir conhecer uns caminhos novos com um compincha leitor do Pedalices. É só encontrarmos uma janela de oportunidade. E o relato de Montejunto já suscitou curiosidade para mais alguém ir experimentar a descida da garganta...e ter gostado :-))

9.16.2008

Excepção excepcional


Por regra não gosto de postar aqui links para videos. Basta um mínimo de curiosidade, uma googladela e encontra-se inúmeras páginas com descidas, habilidades diversas, etc.
Mas há sempre uma excepção e esta eu recomendo vivamente:

http://www.dailymotion.com/video/x2m62b_mondial-du-vtt-descente-de-venosc-c

É absolutamente impressionante a duração da descida e como eles mantém uma velocidade alucinante durante todo o percurso (para quem não estiver habituado a uma helmet cam, a realidade é sempre mais dificil do que os videos aparentam).

9.15.2008

Perigos


Ontem lá levei a cambada a fazer umas subidas e descidas em Montejunto. As subidas eram longas mas fáceis, estradão e asfalto. O dia estava bonito, paisagem muito agradável, até aqui tudo bem. O pior foi as descidas. Ou melhor AS 2 descidas que estavam prometidas. Escabrosas, muito técnicas, calhau, calhau e mais calhau. Quando acabei a primeira é que me apercebi do perigo, não passado mas futuro: ser agredido por quem fez muito do trilho...à mão :-)) Pensei inclusivé que a demora em chegarem se devia a estarem a acumular pedras pelo caminho para depois me atirarem. Lá chegaram intactos e não fui agredido (mas pelo sim pelo não quando chegaram já eu estava pronto a arrancar não fosse ocorrer um despoletar de ira). Quando comecei a segunda e me ia confrontando com os inúmeros obstáculos já pensava “ai coitados quando aqui chegarem...”. Mas como a Intense voltou a acompanhar a Titus não havia muito tempo para processar informação não vital. Lá em baixo pensei “pronto, desta é que me fazem a folha”. E lá fui apresentando desculpas por os ter ali levado enquanto disfarçava o gozo de ter feito um dos trilhos mais desafiantes que alguma vez desci. Ficou prometido que o próximo será uma coisa ligeira...

9.13.2008

A queimar!



Semi-impressionado pelo facto de aquelas voltinhas pequenas que fazemos só para descontrair no pára-arranca-convívio-conversa poucos lípidos queimarem (o que se vai essencialmente é carbohidratos), mr ML foi fazer uma estradinha. Mas olhem que eu hoje queimei bem. 2h30, 0 paragens, 0 de pé no chão, sempre em ritmo, todas as subidas e descidas da praxe, vocábulos emitidos limitados a "bom dia" a quem comigo se cruzava. Para descomprimir não foi mau, agora amanhã veremos quem se aguenta ao pitéu que lhes preparei :-))

9.10.2008

8 meses


Foi quanto duraram as pastilhas da frente dos M4. Como se vê (mal!) pela foto, ainda tinham durado mais 3 ou 4 voltas longas mas não mais que isso. Uma pessoa tem que travar....

9.09.2008

Borda D’água


De tanto prestar atenção ao tempo presente para estimar o que vai estar no fim-de-semana seguinte, estou a tornar-me um perito-empírico na tarefa. Um mini borda d’água caseiro. No passado sábado e domingo os trilhos estavam efectivamente fantásticos. No sábado, uma ou outra raiz ainda se apresentava húmida mas no domingo o piso tinha a aderência ideal. A voltinha dominical fez-se pelas redondezas de Mafra com visita à praia (e a um café + bola de berlim :-)) ) e a alguns trilhos que não conhecia. Outros foram efectuados em sentido contrário ao habitual o que também é sempre giro. A terceira temporada está a começar bem!

9.04.2008

Água na boca


Eu sei que para quem está de férias esta chuvinha pode estragar alguns planos. Mas para quem como eu está farto de trilhos secos, esta água que caiu (e vai cair amanhã) faz antever trilhos óptimos para o fim-de-semana :-)))

9.01.2008

Espichel revisitado



Depois da esfrega no braço no último (mini-)passeio impunha-se uma voltinha que do ponto de vista técnico não fosse muito exigente nem em local de vegetação cerrada. A zona do espichel é isso e também um local belíssimo pelo que foi o local escolhido. O “problema” do nosso passeio no espichel é há muito saber a pouco (evolução da forma, das máquinas, da técnica). Por isso atirei-me antes ao trackmaker e ao Google Earth para cozinhar algo que já estava congeminado mas nunca concretizado: a versão revista e aumentada. Trilhos novos, alguns single-tracks muito giros nas redondezas de Sesimbra, alguns troços de ligação em asfalto. Tudo junto fiquei com uma volta de 65Km bem catita. E um forte empeno nas pernas! Se da última fiquei lixado por fora, desta fiquei partido por dentro. Agora é só fazer inveja aos amigos. Querem lá ir ver, querem ? :-)