6.30.2008

Going down?


Já está! Nos próximos dias seguir-se-ão os detalhes. Para já fica o logo da t-shirt comemorativa do evento 5 estrelas...ou melhor 16!!

6.27.2008

Set….Go!

Tudo pronto, carro cheio, na contagem decrescente para a partida. As aventuras serã contadas na próxima semana :-))

6.25.2008

Ready!


Neste fds que se avizinha vou pedalar para fora (cá dentro) com a trupe. Já estava com saudades de um passeio mais longe, daqueles que obrigam a pernoitar, a fugir à “rotina” das redondezas. É claro que isso traz logo um frenesim à coisa, verificar a máquina, ter umas câmaras de ar a mais, assegurar que não falta nenhuma peça de roupa, etc, etc. Acaba por ser um pretexto para uma revisão mais cuidada da bike, se os parafusos estão todos ok (claro que estavam!), se não há rasgões nos pneus (não!), óleo na corrente. Enfim, desculpas para ajudar a passar o tempo que nestes dias parece passar mais lentamente.

6.24.2008

Corpos Estranhos

No sábado à tarde fui dar uma voltinha a Monsanto, coisa pouca para descomprimir. Foi agradável ver que mesmo depois das 24h e de milhares de passagens, a maioria dos trilhos está em bom estado. Fiz a voltinha a uma média aproximadamente igual à que o vencedor fez durante...24h!!! Impressionante. Serão humanos estes corpos que fazem num dia mais do que eu faço num mês? Como diria a minha filhota franzindo o sobrolho: que estranho!
Estranha também foi a impressão da bike nova de Mr ML. Chegámos a fazer o teste à bike repetindo o mesmo trilho (uma vez na Titus, outra na Stumpjumper-carbono). Nunca tinha andado numa de carbono e talvez decorra daí a maior estranheza. O que notei de mais distinto foi a reacção ao piso, a forma como uma e outra absorvem as irregularidades, pedras, raízes, etc. Sem dúvida que gostei mais da Titus mas ainda tenho de experimentar aquilo umas vezes mais para me aperceber que % de diferença se deve à configuração da máquina ou ao material de construção.

6.20.2008

Inspiração

Já que o pedalices também vai servindo de inspiração musical aqui fica uma menos recente. Os mais radicais podem apelidar-me de herege mas se eu ouvisse música enquanto ando de bike este allegretto acompanharia deliciosamente trilhos menos rápidos dados à contemplação da paisagem.

6.16.2008

Cena de m*****



O seguinte evento ocorreu ontem enquanto este vosso amigo descia, tão rápido quanto podia um daqueles caminhos de pedras, típico do PNSAC, com os olhos bem postos no caminho à procura da melhor trajectória. Imaginem portanto a sequência na fracção de tempo aproximadamente idêntica ao tempo de leitura do texto:


“........por aqui...agora por ali...um monte de moscas a sairem do chão??? aarrghhhhh...bosta de vaca fresca...splash...splash...ahhhh!!! isto escorrega...f****...pelo menos não caí....................aarrghhhh...mais bosta......

Que saudades do pastoreio de gado caprino!!

6.15.2008

Fim de semana santo

Fds fora e 2 voltinhas muito boas no PNSAC totalizando cerca de 80 Km. Seguramente menos do que se tivesse por aqui ficado e acompanhado a rapaziada nas 24h (nesta altura ainda não sei novas daí. Quem terá dado mais voltas? Terá havido máquina nova? Comportou-se à altura? Amanhã já se mata a curiosidade). Mas como em ocasiões anteriores, as multidões não me atraem e preferi faltar ao evento. Companhia só das vacas, perdizes e umas quantas cabras. A bike comportou-se bem mas o PNSAC é demolidor. Entre pedras e pó vai-se tudo o que é lubrificação e vem os ruídos. Uma boa limpeza e tudo volta ao sítio. Houve um furito na traseira. Mas como foi dos lentos e só se fez verdadeiramente sentir aí a 10 Km do fim, umas bombadas e lá aguentou. O Sto António já se acabou...

6.12.2008

Energias

Este post não tem a ver directamente com bikes mas até foi despoletado pelo comentário deixado no anterior - sim, se os depósitos do automóvel ficarem vazios há sempre a possibilidade de cravar a Mr ML a Rotwild de estrada; agora o tempo está de feição e tudo. Mas por acaso que de há uns tempos que venho estudando formas de reduzir a “pegada ambiental” nomeadamente consumindo menos combustível e procurando as renováveis lá para casa. O curioso é que apesar dos propalados incentivos às renováveis a coisa não é bem assim. Basta fazer uma pesquisa e pedir uns orçamentos para se verificar que a procura está em alta o que faz disparar os preços dos equipamentos (termossifões, etc) e os anos necessários para a amortização dos mesmos. Uma familia pequena e que consuma pouco como a minha, demora cerca de 8 anos a amortizar um sistema de aquecimento de águas sanitárias assumindo que durante esse tempo o dito equipamento não precisará de qualquer reparação e/ou manutenção (...?).
E no que diz respeito à electricidade? Bem, teoricamente a legislação actual permite-lhe ser um microprodutor e vender a energia que produz (DL 363/2007). Mas na prática permite mesmo? Para o fazer, primeiro tem de ter já instalado o tal sistema de água aquecida (DL 80/2006 de 21/4). Depois e assumindo mais uma vez que está disposto a um outro investimento amortizável a 8-10 anos em paineis fotovoltaicos, tem de obrigatoriamente proceder ao licenciamento das instalações de microprodução de electricidade em baixa tensão. Isso é feito no site http://www.renovaveisnahora.pt que quando disponibilizou o serviço pela primeira vez no inicio deste ano...fechou no mesmo dia. Apareceu depois o anúncio que a possibilidade de registo reabriria no dia 9 de Junho. E assim aconteceu...e no mesmo dia 9 às 13h10 fechou outra vez! Pior que compras no Ebay!! Reconheça-se que se a ideia é promover as energias alternativas não parece.

6.09.2008

Com ou sem rival?



Domingo registou mais um excelente passeio que até superou as expectativas. Grandes descidas (ainda) em bom piso, uns trilhos novos de dificuldade acima da média, excelente companhia e um tempo fabuloso. Foi também um teste ao selim Rival, cortesia de Mr LD. Já anteriormente exprimi a opinião que não é o selim mais bonito que já vi. No entanto, parece bem mais robusto que o Phenom e quem o tem diz muito bem (daí a curiosidade). Havia ainda uma expectativa adicional; a dimensão. Os selins BG tem uma largura variável para se ajustar à distância dos “sitting bones” de cada um (ver post de 31.05.06). A minha recomenda um selim 143 (mais comum) que eu achei sempre um pouco larga. Mas relatos existem (incluindo o de Mr LD) de pessoas que, “medindo” 143 andam com um 130 e sem qualquer reclamação. Pois a impressão geral do selim foi muito positiva; extremamente cómodo, leve, ausência de dormências e não prende os calções. Fiquei muito bem impressionado. Acho que há uma forte possibilidade de também eu ter um rival.

6.07.2008

Hot


Parece que o calor agora veio para ficar. Hoje o passeio foi feito já em manga curta e sem arrepios. Mas bem mais quente que o ar, estava o disco de travão no final de uma descida. Um descuido, um ligeiro toque com a perna e eis que o rotor Hope flutuante ficou bem marcado. Na perna e na memória.

6.04.2008

O aprendiz


Ontem ao final do dia fui dar uma de aprendiz com os “magos” de Sintra, Fininho e JP. Como colocar uns travamentos, enchimentos, relevés, etc. Agora veremos se eu serei capaz de repetir os ensinamentos sem que me aconteça o mesmo que ao Mickey :-))

6.02.2008

Grande cabeça


Este domingo pedalando a sós com Mr ML decidimos numas desciditas trocar de montada. Ele foi na Titus e eu na Intense 5.5. Foi essencialmente um comparativo de quadros já que os componentes montados são muito semelhantes. Curiosamente, em poucos metros deu para perceber um comportamento diferencial, em particular na frente. Apesar do guiador em carbono, a Intense revelou-se bem mais nervosa, frenética mesmo, por oposição à estabilidade da Motolite. Estando ambas equipadas com uma Talas e Nevegal 2.1 com pressões semelhantes fui ver a geometria dos quadros. As diferenças são pequenas mas a Intense tem uma frente ligeiramente mais elevada. Ou seja, ar empinado mas quem tem uma grande cabeça é a Motolite :-)))