2.28.2008

Pela boca morre o peixe


Aqui há uns 7 meses postei sobre uns passeios nas imediações do gerês que fiz em férias e não achei assim grande piada. Disse na altura que, propositadamente para o efeito, não era local que me fizesse aí voltar. Meses volvidos, começam a atazanar-me o juízo precisamente para isso. E que assim, que assado, vem lá, vai ser giro, o “conbíbio”, os comes e mais sei lá o quê. Eu que não tenho paciência para chatos e não estou para conversas da treta cortei o sermão após uns intermináveis...20 segundos :-)), disse que sim e lá me deixaram em paz. Enfim, agora lá vou ter de ir aturar os 5. Os sacrifícios que uma pessoa faz pelos amigos.... :-)

2.24.2008

Meteorologias

E ao sétimo dia o S Pedro lá deu uma aberta permitindo um passeio meio enlameado meio salpicado, todo muito divertido. Algumas atravessadelas mas nada que a confiança e o Kenda Nevegal não ultrapassem. Já há muito tempo que não fazia trilhos-ribeiro (em que a água escorre pelo trilho) e mesmo molhando os pés foi um sensação "refrescante". Entre baixas de forma e amedrontadelas o restante grupo hoje não esteve à altura da Titus, mesmo calçada com o SmartSam na rectaguarda. Vá lá pessoal, quem não arrisca....
No final do passeio imediatamente a seguir a ter concluído o último trilho, com as máquinas bem sujitas, caiu um forte e providencial aguaceiro que as lavou, pelo menos o suficiente para dispensar uma visita à mangueira. Aliás, até parecia que nem tinha andado. Esta chuveirada, mais uma vez veio dar razão às previsões do http://www.accuweather.com/. Sinceramente, interrogo-me se o serviço é tão mais preciso que o nosso http://www.meteo.pt/ porque é que o pessoal do Instituto de Meteorologia não vai lá consultá-lo. É um bocadinho triste que o nosso site dê informações tão gerais e seja um internacional a dar o detalhe.

2.22.2008

Opinião técnica


Por coincidência ou não, quando troquei as roldanas do desviador passei a ter um ligeiro problema com a afinação e queria ver se alguém tem sugestões. Explicando:
- quando em mudança 1 ou 2 (da cassete) parece que o desviador fica demasiado próximo da cassete e consequentemente ele como que salta no eixo vertical (dá a ideia que a corrente empurra a roldana). As mudanças não saltam mas é extremamente incómodo até porque faz um ruído tak-tak-tak enquanto se pedala. Nas mudanças mais baixas o problema desaparece.
- quando tentei dar-lhe uma afinação aqui no suporte notei que o problema se resolveria se o desviador tivesse uma posição mais “puxada” (ou seja, mais no ângulo da linha verde ao invés do que tem – linha vermelha).
- tentei corrigir isso com o parafuso do ajuste da mola (junto ao drop-out) mas não consegui que com esse movimento o desviador se movesse o suficiente. Julgo que não tenha nada a ver com o comprimento da bicha pois isso não sofreu alteração.

Alguma dica?

Acorda pá!


Ontem estava a andar na bicla quando a meio do passeio me apercebi que alguém me tinha roubado os travões e que no processo me rasgou os punhos. Não obstante, ainda não me tinha espetado contra coisa alguma. Fez-me notória confusão como é que, nalguma pausa tão curta me tivessem tirado os travões sem eu ter dado por isso (sim, porque eu tinha saído de casa com eles). Desapertar as porcas, tiras os cabos, caramba, ainda demoraria o seu tempo! Mais estranho ainda é que tendo começado o passeio em Sintra já estava em Monsanto. Pior que isto só mesmo um episódio dos Morangos com Açucar. Vá lá, tem de ser um sonho parvo, acorda!!(*)

(*) houve outro sonho igualmente idiota mas não metia bikes; ainda há esperança.

2.18.2008

It’s raining again


Esta noite dormi quase sempre embalado pela chuvinha lá de fora. Afinal não era bem “chuvinha”. O trajecto para a escola da miúda ficou inacessível, a dita nem abriu, as ruas estão caóticas e o meu laboratório está provavelmente com uns 10 cm de água no chão (só estou calmo porque a situação infelizmente já não é original e temos tudo a um palmo de altura; gato escaldado...). Confinado ao domicílio, vale a Internet para ir adiantando trabalho. Nós bem precisamos da água mas doseada. Vá lá S. Pedro, regula lá essa torneira um pouco melhor.

2.16.2008

A fundo



Antevendo o mau dia de amanhã madruguei hoje e fui fazer um passeio em ritmo apertado (já que parte dele foi a solo). Não houve nada de ultra-técnico, foi mais trilhos rápidos cheios de curvas e contra-curvas, quase sem paragens para apuro de forma. A Titus está uma máquina que apetece mesmo conduzir e estes travões e avanço foram uma melhoria significativa. Os solos estavam no ponto e até deu para brincar com a fraca aderência do Smart Sam. Mr LD, já perdeste 2 passeios óptimos e um curvar mais rápido :-)

Casados de...há bastante

Na 5f à noite como forma de protesto anti-consumista e anti-importação de tradições, 4 valentes lusitanos ignoraram o Valentim (não o major, o santo, apesar de o primeiro também se clamar um inocente), ignoraram a jornada vitoriosa do Glorioso (o que tem mais valor porque é um evento que rareia) e foram pedalar, noite fora, por Monsanto adentro. Foi supimpa! Cerca de 20 Km impecáveis, com um tempo fabuloso. Claro que as más línguas se apressaram logo a dizer que foi uma desculpa esfarrapada para ir pedalar, possível apenas porque os 4 estão todos casados e há bastante tempo. O que é uma verdadeira calúnia, obviamente. Mas às nossas queridas mulherzinhas: obrigado :-)))

2.14.2008

Altruísmo


Quando se fala de evolução e genes, um tema sempre controverso é a questão do altruísmo. Como explicar algo que na aparência nos traz potencialmente mais desvantagens que benefícios? (como o exemplo do coelho e das cenouras). Racionalmente, parece não fazer sentido expormo-nos para protecção de outrém. Muito menos se estivermos a falar de um objecto inanimado como a bike (sim, eu gosto dela mas tenho consciência que o Herbie é apenas uma história da Disney!) No entanto, no primeiro teste do fds passado, uma saída muito rápida levou-me na trajectória de uma árvore de porte assinalável. E naquela fracção de segundo em que o tempo abranda e o cérebro analisa os cenários imediatos o pensamento foi “não posso bater de frente porque estrago a suspensão, logo vamos dar-lhe um toque de traseira por forma a atravessar a bike e assim bato com o corpo”. A atravessadela surtiu o devido efeito e até acabei por evitar a árvore como um “pro”. Mas não deixa de ser curioso este instinto protector.

2.13.2008

Expectations Vol III – A revira volta


Como nos bons filmes de suspense cujo final se revela inesperado, o último capítulo afinal não gira à volta da roda revista. Daí não há nada a dizer excepto que as mudanças vinham desafinadas. Então que epílogo para os testes do fds passado? Pois acontece que experimentei também outro avanço, um Thomson Elite como o meu mas de 100mm/15graus (ao invés de 110mm/5graus). O de 110 era ideal para a Santa Cruz cujo quadro era ligeiramente mais curto que a Titus. E desde então que tenho considerado a troca. A minha ideia até era um 90/5 graus mas aproveitei o facto de Mr A não ter pedalado e saquei o dele, já a pensar numa eventual troca; ele é mais XC e como um Thomsom simplesmente não se estraga, é ela por ela.
A experiência foi óptima. Nas descidas ou troços rápidos a diferença é clara; deslocação do centro de gravidade, frente mais “maleável”, ensaiar uns saltitos maiores. Nas subidas, talvez faça diferença em “paredes” que de qualquer forma eu não subo; nas que já subia, fi-las na mesma. Ou seja, só vantagens para o meu lado.
Agora claro, falta convencer Mr A que o meu avanço é que lhe fica bem. Senão lá vamos entrar em despesas....

2.12.2008

Expectations Vol II – O pedaleiro XTR


Foi a extravagância de Natal, só agora montada e testada. Como o antigo XT tinha levado pratos há relativamente pouco tempo, não posso sinceramente dizer que houve aqui grandes melhorias técnicas. Sim, funcionou na perfeição mas nem outra coisa era expectável num XTR. Os pratos talvez se venham revelar mais resistentes e a passagem entre eles é ligeiramente mais macia. Os braços não são arredondados e as letras vem gravadas o que seguramente levará a menor desgaste e riscos provocados pelos sapatos. Mas pelo sim, pelo não coloquei uma faixa protectora (*). Para já, o registo maior é a sua enorme sobriedade e elegância. Uns verdadeiros top-model.

(*) sim é mariquice mas graças a isso o XT foi vendido imediatamente e vai parecer novo na sua nova montada. Amigo “areias “, gracias e bom uso!

2.11.2008

Expectations Vol I – Os M4


Nas primeiras voltas os Hope M4 revelaram ser tudo aquilo que me levou a adquiri-los. Progressivos como os Mini o que permite travagens fortes sem o risco de ir eu a voar por cima da bicla. Mas bem mais potentes o que permite travar mais tarde e abordar zonas mais íngremes com mais confiança. Esteticamente são lindos, já o tinha dito, mas as próprias manetes parecem pedir para serem usadas, tão ergonómicas são.
Deu para fazer umas acrobacias e atravessadelas “às 4 rodas” mas isso foi mais por culpa do regressado Smart Sam à traseira; simplesmente não tem tracção suficiente para acompanhar estes travões.

2.10.2008

Such great heights (*)

Nem sei bem por onde começar. Este foi um daqueles fds cheios de pequenas coisas novas e boas. Não cesso de me surpreender com o quanto isto ainda me entusiasma e diverte. 2 óptimos passeios, várias peças novas cujas diferenças foram saboreadas como uma refeição gourmet, procurando aquela subtileza de travo ou a originalidade da apresentação. E se a experiência foi “spicy”...
Antes da análise às peças, o mais relevante: o agradecimento aos amigos que me acompanharam na “degustação” e sem os quais isto não teria tanta piada. ML, sorry não termos esperado naquela descida mas a Titus NÃO podia deixar a (outra ) Intense fugir :-)

(*) http://www.youtube.com/watch?v=hMOkfI7wCrI

2.08.2008

Expectativas


A renovação está completa. Amanhã a Titus vai rolar não apenas com os M4 mas também com o pedaleiro XTR novo e a roda traseira revista. As expectativas estão altas e o tempo promete ajudar. O relatório também virá em 3 volumes :-)

2.06.2008

Destinos


Ontem saí da cama sem grande vontade de acrobacias. Como o encontro estava marcado, lá fui para o rendez-vous pensando que o melhor seria fazer um passeio rolante e pronto. À hora da partida apareceu apenas Mr LD que aparentemente vinha com o mesmo propósito de passeio calmo. Mas ao nos vermos o pensamento foi o mesmo: “pronto, tudo estragado, lá vamos nós para as escabrosas”. Surgiu então Mr NP e como audácia não é com ele, por deferência lá fomos os 3 num ritmo calmo e trilhos fáceis (uff). Só que NP rapidamente soçobrou deixando-nos assim entregues ao nosso destino. E mesmo com falta de inspiração, com trilhos húmidos, etc, lá fizemos a rota das descidas embora mais lenta e cuidadosamente que em ocasiões anteriores. Sim, poderíamos ter tido vontade própria suficiente para não ceder à tentação. Mas quem é que queremos enganar?

2.05.2008

Registo de manutenção (III)


Mudança de punhos: Ritchey WCS por uns idênticos. Estes duraram cerca de 2 anos e meio o que não é nada mau.

Registo de manutenção (II)


Mudança das roldanas do desviador (as antigas estavam a chegar à fase “arma-Ninja”)
Coloquei umas Tacx; não duram por aí além mas são relativamente baratas.

2.04.2008

A esperança não se perde!


Finalmente tenho os meus Hope M4 novos! Travões que já provaram o seu valor e dispensam mais introduções(*). Para além de serem mais uma pequena maravilha estética a adornar o corpo da Motolite.
Tinha encomendado estes travões cá antes do Natal. Há uma semana atrás chateei-me com as demoras do importador nacional e mandei-os vir lá de fora. Não apenas foram significativamente mais baratos como a entrega demorou apenas 7 dias. Também neste aspecto se dispensam mais comentários.

(*) claro que irão aqui merecer uma análise em devido tempo!!

2.03.2008

Flatland


Este fds o pedalar esteve ausente do Pt devido a presenca na flatlandia, pais europeu onde a densidade das biclas e uma das maiores do planeta embora inversamente proporcional a sua qualidade. Na altura em que escrevo isto o meu pessoal deve estar a chegar ao local do rendez-vous e a partida ocorrera daqui a pouco. Eu, se tudo for como planeado devo la chegar daqui a uma meia-duzia de horas. Nestes dias nao pedalei mas diverti-me e passei umas horas muito boas. Vi um filme giro, ouvi deliciosas musicas novas, “joguei” tenis virtual e ainda fiquei um bocado high. Foi lekker. Obrigado Pzinha.

PS - nao me tornei ortograficamente incorrecto; o raio do teclado e que nao tem acentos