11.30.2007

It was a mess of good days (*)

Esta foi uma boa semana. Muito boa mesmo. A piolha fez 4 anos, houve festas, o trabalho correu bem e fiz a minha conferência inaugural na Academia das Ciências (onde usei gravata mas nem isso me custou). Também não senti qualquer necessidade intercalar de fazer uns trilhos o que indica um estado de espírito pouco comum. Num blog dedicado aos hobbies dizer isto é um bocado heresia mas por estes dias vim trabalhar mesmo com gosto. Tanto que acho que no domingo me vou atirar por uma certa descida que ando a evitar há uns meses :-))

(*) by F. Sinatra, adapted by rm

11.25.2007

Passeio (meio) histórico

Foi um óptimo passeio, o de hoje (*). Várias notas de registo. Excelente tempo (embora frio), óptima companhia, bom piso apesar de alguma lama(**), uns trilhos novos de chorar por mais e a estreia absolutamente fantástica do Kenda Nevegal. Surpreendeu a aderência quer a curvar, quer a rolar e ao fim de ½ dúzia de Kms já estava a “abusar”. Veremos agora se esta mesma aderência se mantém quando chegarmos ao tempo do piso molhado. Para a história (ainda que com h minúsculo) registo ainda ter sido o primeiro passeio que Mr Nuno começou e acabou connosco. Já só falta a proeza de acabarem todos os que começaram :-

(*) o da semana passada não acabou da melhor forma mas isso ainda será motivo de um post futuro.
(**) para compensar a bicla pelo desleixo da passada semana, hoje ficou já arrumada, limpinha e pronta para a próxima.

11.24.2007

Suspensa

Fruto de uma semana complicada, a pobre da bicla ficou toda a semana suspensa. Da minha atenção e no suporte da bike-cave. Os momentos de limpeza, afinação, contemplação foram racionados e divididos pelos dias da semana até agora, sábado e vésperas de mais uma voltinha. Num dia tirar o pó, no outro limpar a transmissão, num terceiro colocar o cateye, ao quarto retirar o Black Jack da roda dianteira (sim, finalmente!), no quinto colocar o Nevegal com o Magik Seal e ao sexto olear e ultimar. Mas ao sétimo não se vai descansar :-))

11.21.2007

É sorrir e acenar!


Confesso-me um apreciador de tecnologia. O wireless por exemplo é óptimo em reuniões que não necessitam da nossa atenção constante e durante as quais podemos ir co-processando tarefas. Basta que a intervalos regulares se faça como os pinguins do Madagáscar e a sua magnífica tirada na versão portuguesa que se aplica a muitas outras ocasiões: “é sorrir e acenar rapazes, é sorrir e acenar!”

11.18.2007

Segunda mão pode ser primeira escolha


O ciclocomputador escolhido foi um Cateye enduro. Por acaso é o modelo mais analisado no mtbr.com (mais de 100 críticas) e com melhor nota. Fio reforçado, funções básicas, fiável em diferentes condições atmosféricas. Mas o que ditou mesmo a escolha foi ter sido o computador que estava na bike de Mr A e que ele me vendeu por já não necessitar (*). Nem pensei duas vezes.
Não tenho problema nenhum com objectos em segunda mão, desde carros, aparelhagens até CDs. No que à bike diz respeito acho que já vendi e/ou comprei todo o tipo de componentes (menos pastilhas de travões :- )). E nunca tive de reclamar ou tive uma reclamação. 100% de satisfação.


(*) parece que está a pensar num pulsómetro, algo que até considerei mas que não me seduz particularmente.

11.15.2007

Computando


O meu ciclocomputador foi-se (por acaso nem era o da figura..). O fio descarnou-se de tal modo que deixou de transmitir dados. Mas já uma vez tinha experimentado um sem fios e não gostei nada. Já considerei não ter um de todo porque na realidade pouco lhes ligo. Mas volta e meia, é útil ter uma indicação de Kms percorridos (ou a percorrer), das horas, etc. Não preciso de um com 1001 funções nem quero um monitor de 17’’ no guiador. Agradecem-se sugestões.

11.14.2007

Festa da Castanha


O passeio do fds passado coincidiu com a festa da castanha em Marvão. E, muito apropriadamente, os trilhos circundantes estavam cheios de ouriços impossíveis de evitar (os pedestres esses desviavam-se :-)). Os espinhos são muito pequenos e não causaram furos. Mas mesmo assim retirei já uma dúzia do pneu da frente!

11.12.2007

Redundante

Desculpem lá, começa a ser repetitivo dizer que o passeio do fds passado foi excelente. Mas o facto é que foi mais um a juntar à colecção. Aproveitando a triste ausência da chuva e o bonito sol que ainda se faz sentir, fomos 6 até Marvão fazer um passeio de 10 Km...para cada um! Fi-los calcorrear quase tudo o que é trilho embora a ¾ do percurso tive dó e atalhei uma “subidita”. Não houve quedas de maior embora tenha ouvido dizer que uma éguazita se atravessou à frente de uma certa Intense. Ainda na componente equestre, parece que há uma montada epic prestes a ser despachada o que significa também o regresso de Mr LD ao gozo nas descidas. Já era tempo!

11.05.2007

Decisões técnicas


Aqui há uns tempo atrás discuti opções para pneumáticos uma vez que os meus Black Jack (BJ) estavam a dar as últimas. Ponderadas as diversas opções, relação qualidade-preço, críticas disponíveis, a escolha recaiu no Smart Sam 2.1 da schwalbe para a traseira e no Nobby Nic 2.25 para a frente. Na traseira procuro um pneu que, oferecendo tracção seja resistente. Volvidos uns quantos passeios feitos com Smart Sam (à esq na imagem) estou satisfeito. Comparativamente ao BJ (imagem do meio) tem uns tacos laterais (a verde) mais pequenos mas mais abundantes que curvam bem. O rasto central (a vermelho) simétrico é mais baixo que o BJ o que ajuda a escorregar menos e tem ainda uma fileira intermédia (a azul) que o estabiliza. Esta fileira de tacos é ausente nos BJ e é talvez isso que os tornava instáveis, em particular com pressões elevadas. 3 “filas” de tacos é também característica do Nobby Nic mas recentes observações in loco sobre a fragilidade das paredes laterais levaram-me a trocá-lo antes mesmo de o colocar. Julgo que na roda da frente, essa fragilidade talvez não viesse a ser problema. Mas eu ando amiúde em zona de pedra cortante e por isso preferi não arriscar; o que ganharia em aderência perdia em confiança. Assim, resolvi dar uma hipótese ao Kenda nevegal 2.1 (imagem da direita). Pneu bastante largo com 3 filas de tacos e uma borracha que, rezam as críticas -mtbr.com - dão boa aderência, resistência e durabilidade (e uma óptima classificação!). Agora o que não compreendo bem é o facto de os UST (o meu!) terem uma avaliação tão inferior à versão convencional e aparecerem como escorregadios em piso húmido (!?).

11.04.2007

Mais um (quase) épico

Hoje teria sido um verdadeiro crime não pedalar. A minha ideia inicial era ter ido um bocado para longe de Lisboa mas vicissitudes várias acabaram por me fazer arrepiar caminho para mais perto. E ainda graças a uma combinação de incompatibilidades (da mecânica automóvel às obrigações familiares) acabei a pedalar só. O que, claro, é sinónimo de grande auto-coça (ou pedalar até à exaustão). De inicio pensei em ir por ali ou por aqui mas acabei a ir por ali E por aqui num somatório de quase 50 Km. Correu tudo bem, ausência de quedas ou contrariedades físicas, zero problemas mecânicos. Daqueles dias que foi tão bom que apetecia ter tudo gravado para fazer inveja aos totós que não vieram. Como isso não é possível fica apenas este relato :-))

11.02.2007

Os fotogénicos

No passeio do “pão por Deus” tive uma preocupação adicional, não ir à frente mas começar cá de trás para documentar em formato AVI as performances do grupo. Registo, para tristeza e amuo de alguns que nem todos apresentam a mesma espectacularidade. A questão nem é tanto a velocidade que se imprime mas sim a instabilidade da traseira. Bicicletas com suspensões menos activas e pneus menos aderentes é que é! Aquilo salta, abana, derrapa, enfim, dá show. ML, para a próxima tens de bloquear o RP3 :- )))

Mutações


Com o incremento da forma física e dos Kms percorridos por passeio, houve zonas que deixei (quase) de frequentar. Não por desgostar dos trilhos mas principalmente por acabar com um “soube a pouco”. Recentemente voltei a uma destas zonas, quase 2 anos depois. Sendo uma das zonas onde comecei a fazer BTT foi giro ver como alguns trilhos, dantes considerados difíceis, são agora anedoticamente fáceis. Outros, moldados pelas chuvas, tornaram-se bem mais giros. Uns simplesmente desapareceram ou tornaram-se impraticáveis. Mas também “surgiram” uns novos a merecerem a classificação 5 estrelas. Comparativamente ao que me lembro, não está melhor mas também não está pior, apenas diferente.