7.27.2007

Aaahhhhhhh !!!!!

Vou começar as férias :-))
O pedalices ficará quase inerte durante o próximo mês mas eu espero compensar com Kms. O périplo este ano contemplará a zona do Gerês, os “clássicos” Porto de Mós e Palmela e ainda dar um pulinho às trialeiras do Caramulo. “oh yeah, o faísca está pronto!”

7.26.2007

Um R faz diferença?


Já os andava a namo’a’ há um tempo e ago’a a ocasião de um bom negócio p’opiciou-se. Assim os meus shifte’s XT vão da’ luga’ a uns lindíssimos XTR. Os XT estão impecáveis e a ‘azão da t’oca não é funcional mas sentimental, um devaneio, uma ext’avagância de ve’ão. Fará assim um R tanta diferença? Claro que sim.

7.24.2007

Rollerball vs Tour de France


Rollerball é a história de um desporto popular num futuro próximo em que a sociedade se transformou num estado corporativo. Neste desporto vale quase tudo para ganhar e apenas a equipa é importante colocando em evidência a futilidade do esforço individual (quando comparado com o da corporação). Esta história de ficção científica, nomeada para um prémio Pulitzer, cada vez se parece mais com o Tour de France. Sinceramente, para mim aquilo já atingiu um nível de degradação tal que deixou de me interessar. Já só falta mesmo é os participantes assinarem uma declaração em como reconhecem tomar toda e qualquer m*** para dar força e assumam as responsabilidades de quaisquer danos físicos que venham a sofrer por mais extremos (e televisivamente rentáveis!!!) que possam ser. Panem et circensem pessoal, Panem et circensem!

7.23.2007

Ok, eu calo-me…

O passeio de ontem foi magnífico em vários aspectos. Fui com um grupo de antigos “melguinhas” e levei-os a um “best of” ali para os lados da Ericeira. Não houve problemas nem quedas, bom ritmo, excelente convívio, 44 Km óptimos. Eu fiquei muito contente de os ver com aquela pedalada porque assim se abrem hipóteses para mais voltas do género. Eles adoraram o percurso e eu já prometi mais do mesmo. Enfim, foi tão giro que quando cheguei a casa tinha de contar entusiasticamente todos os pormenores. E lá fui desbobinando até me aperceber que já estava a passar aquela linha ténue do “sim, não estou a ligar muito ao que contas mas finjo que tenho interesse...” para o olhar “a tua filha está com o speed todo desde as 8 da matina e tu não te calas a contar-me quão divertida foi a tua manhã??” Sorry :-))

7.21.2007

Bottom Up


Até há 2 semanas atrás sempre tive desviadores da frente “top swing”. Todos funcionaram sempre bem mas nunca duraram por aí além nas minhas mãos porque geralmente iam com a troca/venda de um quadro antigo pelo novo. A excepção foi o XT que durou cerca de 4 anos e transitou da Santa Cruz para a Titus. E durou até ao passeio da Estrela altura em que decidi que já tinha dado o litro. Estava ainda funcional mas com tanta folga que me obrigava a uma tensão considerável no cabo para conseguir levar a corrente ao prato 3. E, embora menos relevante do ponto de vista técnico, já fazia uma barulheira desgraçada.
Ao que parece, a forma e construção do “bottom swing” minimiza o aparecimento de folgas pelo que optei agora por um destes. As primeiras impressões foram boas mas ainda insuficientes para dizer se esta passagem do top para o bottom é na realidade uma subida de qualidade.

7.18.2007

Japanese beauty


(sendo o quadro americano, a roda francesa, a corrente alemã, o travão inglês e o fotógrafo português isto é na realidade um tributo à globalização)

7.17.2007

O cabo da roca e o dedo mindinho


O cabo da roca é o ponto mais ocidental do continente europeu (38º47' de latitude Norte e nos 9º30' de longitude Oeste), já referenciado nos Lusíadas como o local “Donde a Terra se acaba e o mar começa”. Para além desta particularidade geográfica a zona tem uns belos trilhos, desde a zona da Adraga até ao Guincho. E uma vegetação característica onde abunda tojo (Ulex sp.), trovisco (Daphne gnidium), abrunheiro (Prunus spinosa), madressilva (Lonicera peryclimenum) e silva (Rubus ulmifolius)(*). Daí que seja um local onde vou com alguma frequência.
Ora quando andamos na bike, os dedos mindinhos estão para o corpo como o cabo da roca está para a Europa. Por essa razão deixei de usar luvas sem dedo e mesmo assim, este fds o dedo da mão direita (só podia né?) levou uma trancada dum prunus spinosa que até vi estrelas.
(*) isto não é para impressionar com conhecimentos de sistemática, fui ver à Naturlink.

7.11.2007

67 – 164 – 206 - 911

Como já aqui referi, não sou fã de maratonas e por isso não fui a muitas nem faço o meu “calendário” em função disso. Também por isso, sempre me inscrevi à última da hora, assegurando que o tempo ia estar de feição que não tinha nada de muito mais apelativo em alternativa. É portanto lícito dizer que o meu dorsal em cada um destes eventos está perto do total de inscritos que se registaram. Os números acima são precisamente o dos dorsais dos eventos a que fui, por ordem cronológica. Por esta pequena amostra se vê bem a popularização da coisa.
Assim sendo e face às tentativas infrutíferas de convencer os meus compinchas a fazermos um nocturno como deve ser(*), irei tentar uma nova estratégia: “não pá, não é um nocturno, é uma maratona pequena depois de jantar; ah, e leva umas luzes...”

7.10.2007

(Des)Interpretações (nasais)


Resposta da esposa quando, findo o dia e confrontada com o facto de eu ter mudado de desodorizante sem ela ter dito nada: “realmente cheiras diferente mas pensei que fosse de alguma coisa que tivesses posto na bicicleta”
Várias interpretações possiveis:
1- O desodorizante cheira a WD40?
2- Ela é olfativamente daltónica?
3- Ela estava a gozar comigo?
4- Ela acha que eu sou tão maricas com a bike a ponto de a borrifar com spray da Adidas?
Acho que aposto na última. Do mal o menos(?)

7.08.2007

Variações


Depois de um fds predominantemente a descer impunha-se variar, fazer um percurso mais a sério. O local escolhido foi a zona da Arrábida com o pessoal do team metionina (ATG) e para aí nos primeiros 20 Kms já tinha subido mais que em todo o fds anterior. Contrariamente ao que se possa supôr, gostei bastante de todo o passeio com alguns trilhos novos, outros já ciclados, mas sempre espectaculares (quer de solos, quer de paisagens). Já dizia o rei da história, nem sempre galinha, nem sempre rainha.
Voltei às rodas com os Black Jack mas mesmo com estes pneus pouco aderentes notei a diferença do “treino” de descidas anterior. Tal como no ano anterior, apenas 2 a descer com o Gang LAV e as melhorias são visíveis. E a menor aderência foi compensada por um rasto já meio gasto (que os torna bem melhores!) e por serem tubeless. Voltei como prometido ao desviador XTR e que grande máquina continua a ser. É agora a minha peça mais antiga, aquela que já passou por quatro quadros.

7.05.2007

Mitos


Como se sabe é preciso ter cuidado com o que se diz e escreve (e não estou a referir-me às DREN e SAPs cá do burgo). Mentes maldosas estão sempre perto para aproveitar uma descontextualização. Foi assim que este fds passado o nosso amigo ZeN “ganhou” um problema na próstata e inúmeras ameaças de toques rectais. Uma que vai ficar para gozos futuros (e que sejam sempre isso apenas, gozos!). A outra foi o Dr C_ _ _ _ A_ _ _ _ _cujo nome não é aqui explicitado pois coitado, não tem culpa de um panfleto onde ostentavam os seus serviços em prol de uma associação local, ter sido descoberto por esta cambada de malfeitores. O panfleto cheio de palavras “onerosas” (lá por ser do interior não quer dizer que se fale simples!) e “solidarismo” era dado a múltiplas “descontextualizações” (to say the least...). De tal forma que posso assegurar que o personagem mais famoso e mais falado deste fds não foi o organizador, nem o gajo que desceu mais depressa ou que teve mais furos, tão pouco o da bike mais cara. Força Dr C.A., não ligue que este pessoal tem é azia... :-)

7.04.2007

Intervalo

Os relatos da estrela seguem dentro de momentos (dias?). Para descontrair um video musical (*) bem apropriado. Dedicado a Mr G e Mr A; tomem e embrulhem :-)))

(*) Descoberto no blog do amigo Ferreirinha.

7.03.2007

Relato Estrela III - O Rebanho


Há mais aqui

Relato Estrela II – 176, 671, 761


Desta vez os mano Brito foram todos à Estrela e fizeram-me lembrar um bocado os irmãos Metralha, os 3 com o mesmo “uniforme”. Tal como os da banda desenhada, as cenas tem mais piada com o conjunto. O mais novo é o mais destravado, o mais velho o que toma conta dos outros (neste caso das suas bikes – é o mecânico de serviço) e depois temos o do meio que mais faz lembrar o 1313; não há passeio, curto ou longo, técnico ou rolante, em que não parta ou avarie algo na bicicleta. Desta vez até houve apostas sobre qual o item que iria ceder. Juntamente com o ½ quilo (agente Grilo), o bafo-de-onça (ARK) e o Mancha Negra (moi même) temos a quadrilha que por estes dias anda a fazer a cabeça em água ao Coronel Cintra para ele fazer um passeio à medida lá pelas bandas da Estrela. E é melhor que ele nos dê ouvidos....!

7.02.2007

Relato Estrela I

2 dias, 3 passeios, 1 nocturno, 2 diurnos, muitas descidas, poucas subidas, centenas de fotos, dezenas de minutos de filmagens. Não caí, não furei, não tive avarias mas nem todos tiveram a mesma sorte. A destacar o infortúnio do amigo Careca que no dia 1 fez 3 “snake bites”, todos na roda traseira. É obra!
As aventuras vão dar para vários posts mas no cômputo geral foi mais um grande fds na Serra da estrela com um tempo excelente e um convívio ainda melhor (para não falar daqueles pratinhos de moelas na praia fluvial.....). Realisticamente não foi tão bom quanto o ano anterior. Por um lado porque as expectativas estavam muito altas, por outro porque a melhor secção do dia 2 foi substituída por uns trilhos que, sendo giros, já não apresentavam novidade. O “problema” nestas coisas é que o nosso tempo disponível é tão pouco que quando há uma oportunidade de juntarmos um grupo impecável e ir para longe, queremos aproveitá-la a 110%. E desta vez isso não aconteceu. Temos de começar a pensar no próximo!