2.27.2007

Rio da Mula


Esta foto é da barragem do Rio da Mula com a albufeira na sua cota máxima (ou próximo). Há já uns anos largos (7-8) que o nível tem estado tão baixo que era possível não a “contornar” pelo estradão do lado direito (aqui escondido pela copa das árvores); bastava ir a direito pelo troço que assinalei a vermelho. Este fds a água (finalmente!) já não me permitiu o corta-mato. Valha-nos isso como compensação pelo tempo chuvoso.
Mas ainda falta as bicas lá de cima começarem a verter água.

2.22.2007

Dedicação-obsessão

Estes gajos é que levam o amor às bikes mesmo a sério (ou à loucura, depende do ponto de vista):

http://www.flickr.com/photos/93537824@N00/

2.21.2007

Lama!


Pronto, confesso que já tenho a minha dose de lama. Eu sei que precisamos de água, que a mistura desta com a terra inevitavelmente gera a dita, que ainda estamos na época mas eu já estou farto. Nem é de me sujar, ou de lavar a bike, ou do desgaste acrescido nas peças, tão pouco do ocasional frio. Isso faz parte. Mas onde a paciência já se esgotou é no andar a evitar passeios porque na zona os trilhos impedem o rolar, é por causa da erosão dos solos, é na falta de aderência. S. Pedro, que tal um kitkat?

2.16.2007

Posicionamento


Saber estar em cima da bike ainda tem alguma sabedoria, embora seja maioritariamente intuitivo. Por sugestão de Mr G fui confirmar se o meu setup se adequa à posição teoricamente correcta:
http://www.competitivecyclist.com/za/CCM?PAGE=FIT_CALCULATOR_INTRO

Para os valores introduzidos recebi de volta os seguintes resultados:

The Offroad Fit
-------------------------------------------
Hardtail Standover Height: 27.2 - 27.8 inches
Full Suspension Standover Height: 28.2 - 28.8 inches
Virtual Top Tube: 23.7 - 24.1 inches
Stem Length: 11.5 - 12.1 cm
BB-Saddle Position: 70.6 - 72.6 cm
Saddle-Handlebar: 54.3 - 54.9 cm

O meu setup está “correcto” mas convenhamos que para uma ferramenta que se queria de alguma precisão, os intervalos apresentados são bastante desanimadores. 2 cm de “indefinição” na distância BB-saddle? Uma indefinição destas já deve dar para gerar um patelofemural, no mínimo. Não adicionar aos favoritos!

2.14.2007

Valentine's



Comparativa: Queres ser a minha caixa de direcção?

Descritiva: Fazes-me sentir um disco de travão no final de uma descida!

Kinky: És o rebound da minha vida!

Aventureira: Por ti fazia a travessia das montanhas!

Quantitativa: “Gosto de ti “ x “nº inscritos na PTG2007"

2.09.2007

Síndroma patelofemural ou condromalacia?


A net é fantástica para procurar e recolher dados. Por outro lado, arriscamo-nos frequentemente a encontrar informação não digerida ou marginal. O caso da saúde é paradigmático pois uma pesquisa sobre uma dor no tornozelo pode descambar numa qualquer patologia terminal rara alarmando-nos desnecessariamente.
No caso vertente, atrevi-me a descobrir a origem e a possível causa de uma moínha nos joelhos que por vezes surge após um passeio mais duro. O sintoma pode ser descrito como dor/incómodo na parte superior do joelho após prolongadas flexões ou quando nos sentamos. Tanto quanto pude perceber, deriva de um esforço intenso na articulação patelofemural (*) que resulta numa irritação da cartilagem por trás da patela. É causada por um pedalar em mudança de esforço ou com um selim demasiado baixo e/ou avançado no espigão. Para quem anda muito e frequentemente, esta inflamação pode não desaparecer e dar lugar a lesão crónica, altura em que se designa por síndroma patelofemular ou condrolomacia (**). No meu caso tem desparecido com um boa sesta ou noite de sono. Uma descrição mais pormenorizada pode ser encontrada aqui e dicas para corrigir o problema aqui. Claro que se tiver dores mesmo no joelho não se fie nisto e vá mas é ao médico!

(*) O joelho engloba três articulações: duas tibiofemurais e uma patelofemural. A articulação tibiofemural é uma articulação sinovial - condilartrose dupla, os côndilos femurais médio e lateral fazem contacto através dos meniscos interpostos à face articular superior da tíbia. A articulação patelofemural é uma articulação sinovial, do tipo plana ou planartrose. A face articular da patela é adaptada à face patelar do fêmur.
(**) traduzido do inglês “chondromalacia”

2.07.2007

Mind over Matter



A última volta foi feita calçado com os Black Jack. Segundo o fabricante estes pneus destinam-se a “all mountain”, ênfase na durabilidade e resistência, um q.b. de velocidade, isto em detrimento da aderência. Testados outros mais aderentes e até mais largos (Fat albert) deu efectivamente essa sensação a que se juntaram opiniões mais ou menos directas, quiçá um tudo-nada desproporcionadas... (“esta m**** não agarra nada” :-) ). Assim, ao voltar aos Black Jack a primeira ideia, mesmo que subliminar, foi “ai, agora com estes não vou conseguir fazer o trilho”. Mas nada disso, fiz tudo na mesma, nalguns casos até melhor, forçando-me à dissipação do receio inicial. Não digo que a matéria não conte, claro que sim; o estado do piso, o desgaste da borracha, a pressão do pneu, etc. Mas tão ou mais importante é o que a nossa cabeça determina, uma certa auto-confiança misturada com a motivação certa. Sem isso...

2.06.2007

Bandas sonoras


A seguir aos filmes, as bandas sonoras. Aqui ficam os títulos de umas quantas musicas, mais ou menos emblemáticas, sobre biclas. A excepção são as duas últimas que não sendo sobre bikes, dizem-nos bastante
:-)
Bycicle race - Queen
Bike – Pink floyd
Dirt bike – They might be giants
Angel on my bike – The wallflowers
Boy needs a bike – Quindon Tarver
Help me fix my bike - Up Up Down Down Left Right Left Right B A Start
I Wish I Was The Saddle Of A Schoolgirls Bike – Samson
Bycicle – Livingston Taylor
Riding on my bike – Madness
Tour de France – Kraftwerk
Another one bites the dust - Queen
Runnin up that hill – Kate Bush

2.01.2007

Pluralidade

As convicções não se impõem, respeitam-se. Esta é a minha:

http://www.jovenspelosim.org