4.25.2006

Curiosidades nocturnas


Ontem ficámos a saber que, quando lado a lado, as 2 carruagens do elevador da bica estão separadas por pouco mais que 660 mm. Que é possível fazer “duelos” descendo escadas, tipo as do IST. E que para estas coisas a Foxy vale a pena. Que passar pelo centro do Intendende é deprimente, Que uma gincana com obstáculos móveis nas docas é giro. Que as bifanas no Rossio são muito gordurosas mas uma jola Abadia sabe bem. Que definitivamente nos meus tempos de teenager não havia tantas miúdas sozinhas na rua. Que até é mais fácil do que parece andar à “beira-rio” :- )))

4.24.2006

Audaces fortuna juvat

E eis que, contra tudo o que era bom senso e fazendo fé novamente no accuweather, uns quantos malucos resolveram ir pedalar este sábado para Castelo de Vide. A chuva parou apenas 5-10 min antes de começarmos a pedalar e depois não mais nos visitou. Foi um passeio que pela paisagem, pelo convívio, pelo desafio entrou directamente para o top5 de todos os já feitos até hoje. Ou como diz o título mas em versão mais popular, quem não arrisca....


PS – a celebração hoje, no meu “repeat”: Glosoli, Sigur Rós

4.21.2006

A Formiguinha e a Neve

Diz na fábula a formiguinha que ficou com o pé preso na neve “- Ó Sol, tu és tão forte! Ajuda-me a tirar a minha patinha da neve.”
Eu hoje pedia-lhe para tirar as nuvens da frente e dar-me uns dias secos para poder pedalar a gosto. Mas já na fábula o sol confessou a sua impotência para ajudar a formiguinha. Acho que para este fds os planos terão de ser ajustados.

4.17.2006

Depois da tempestade...


A foto é cliché mas quem anda e faz disto mais do que um hobby sabe bem do que eu vou falar. Após uma 6f cheia de chuva a antecipar um fds desgraçado longe de casa, daqueles onde parece que o transporte da bike foi em vão, acordar no sáb, forçarmo-nos a sair da cama, agarrar na bike e lá ir debaixo de um tecto de nuvens até que...o sol desponta, meio a custo mas lá vai rasgando. Aí tudo muda, dá uma pica desgraçada, nada de mal pode acontecer, a lama e a água no chão passam a ser um atractivo. A luz tem sobre nós um poderoso efeito que não é apenas circunstancial; através dos olhos o estímulo chega ao hipotálamo e leva a um aumento na produção de glicocorticoides que contribuem para a nossa boa disposição. E agora quando a isso se soma a descoberta de um percurso novo espectacular, numa zona até então desconhecida, cheia de trialeiras e single-tracks, uuuiiiiii, é o paraíso.

4.12.2006

Pequenos detalhes, grandes diferenças!


No domingo passado experimentei uns pedais (encaixe) novos Shimano. Usam o sistema SPD (original) ou seja o mesmo dos meus antigos Ritchey. Por isso nem me dei ao trabalho de mudar os cleats dos sapatos. Afinal de contas o sistema é idêntico, tem as mesmas dimensões logo a facilidade de encaixe/desencaixe deveria ser semelhante. Bem enganado estava; durante o passeio, cada vez que queria tirar os pés tinha de me encostar a qualquer coisa. Valeu a experiência para não ir ao chão. Troquei então os meus cleat Ritchey por uns Shimano antigos, emprestados de um amigo e fui ali ao café; os pés saltavam à mínima torção. E o r*** dos cleats parecem iguais ! Isto prova como diferenças mínimas, quase imperceptiveis, se podem traduzir em performances muito distintas, especialmente quando estamos já a falar de patamares elevados. Tal como na vida, na aprendizagem, no trabalho. Passar do mau a bom é mais fácil que do bom a excelente. Obriga-nos a mais esforço, mais determinação, a identificar melhor os problemas e também a uma auto-crítica constante. Nas palavras dos Coldplay “Nobody said it was easy, no one ever said it would be so hard” (The Scientist).

4.05.2006

Ganda Foto!


Uma das melhores fotos que já me tiraram em cima da bike (a par com uma do ARK PD em Sintra). Gosto da ideia de dinâmica dada pela inclinação do corpo, preparando a curva que se seguia.

4.03.2006

SICÓ

Este domingo fui conhecer uma serra nova, a do Sicó, na companhia da Ciclonatur. Tão bonita que até os romanos resolveram fazer Conimbriga no seu sopé. Foi um excelente passeio. No total, 68 Kms, 0 quedas, 0 caimbras (e vivam os amendoins salgados e o magnésio), 1 pedal partido (única contrariedade mas rapidamente resolvida com a ajuda de pessoal amigo), vários single-track espectaculares, várias descidas magníficas (a provarem que ainda há pessoal que não se esqueceu como se desce...), outras tantas subidas mas nem muito inclinadas, bom andamento, boa companhia. Fiquei fã do Sicó.

4.01.2006

Quem vê caras...


Afinal a Answer não tinha a versão do guiador que eu queria. Isto pode parece uma escolha trivial mas não é. O comprimento, a liga de alumínio, a forma como é moldado, as polegadas de sobre-elevação e ainda a estética são elementos considerados. De forma que acabei por me decidir por um Race Face Evolve, mais em conta que o Answer mas com tudo aquilo que eu procurava. A Race Face é uma excelente marca de componentes mas imaginem lá que era portuguesa? Vocês compravam algo de uma marca chamada Cara de Corrida?