12.31.2005

Balanço I

Bttisticamente falando, 2005 foi fixe. Terminou ontem com a "conquista" de uma há muito prometida. Lá para os lados da ericeira, uma descida em arco onde lá de cima não se avista o fim. Com terreno escorregadio, atravessadelas, um bocadinho de medo e muito respeito, lá fui (Mr G, e agora, como é?). Em 2006 novos desafios impoêm-se. E um deles até já está agendado ! Deu para ir várias vezes a Marvão, ao PNSAC, a Palmela, ao Caramulo, ao Avalanche, ao Espichel, a Sintra, a Mafra e mais uns quantos sitios. Ficaram adiadas as aldeias históricas, o Sicó e os nocturnos foram poucos. A bike não deu problemas apesar dos tratamentos que lhe foram infligidos. O alumínio da SC é definitivamente mais rijo que o osso da falangeta, único revés físico de 2005. A Talas foi a grande revelação, a minha incapacidade para virar a 90º parado a grande decepção. Room for improvement portanto ! Sempre !!

12.18.2005

ELOGIO DA LOUCURA

Terminar uma semana intensiva de trabalho e ir pedalar de noite na Serra é de loucos ?
E levantar de madrugada num dia lindo de fim-de-semana, ir vendo o nascer do sol enquanto nos deslocamos?
Ou pedalar com chuva ou sol escaldante?
Talvez, mas eu continuo a achar isso mais são que entrar numa estação de serviço às 7h50 a comprar vodkas com sabores, ou passar a noite a dar cabo dos tímpanos e dos pulmões numa qualquer disco. Gostos....!

12.17.2005

6 x night x far

Acho que ontem foi o melhor passeio nocturno que já fiz. 6 a sairem de Sintra às 10 com 4 graus e uma lua cheia. Numa 6f onde terminei as aulas do semestre foram 24 Km descontraídos temperados com umas descidas que já de dia recomendam cautela e à noite então muito, muito respeitinho. Terminou pelas 2h à volta das pita-shoarma e umas jolas. O silêncio da Serra à noite é um pouco spooky mas em boa companhia é simplesmente deslumbrante.

12.03.2005

Fa(S)er Mais

No passado fim-de-semana não tive companhia para o pedal. Estava a chover e mesmo assim saí da cama. Lá me forcei a ir, mesmo sozinho e a meio da primeira subida (de 5,2 Km!!) com os aguaceiros moderados da previsão metereológica, comecei a interrogar-me sobre que raio estaria ali a fazer. Tem de ser gosto, paixão mesmo. Mas é também vontade de fazer mais, de não resignar ao mais fácil. Sim, porque aos 5 Km a subir iam seguir-se outros a descer. E fazer mais é ser mais, é ir àquela descida que ainda não nos atrevemos a fazer mas que um dia faremos, nem que seja com capacete integral e armadura. É evoluir e não contentar sempre com o mesmo, é arriscar, é cair para aprendermos de seguida a levantar-nos. Nas bikes mas não só. Citando incorrecções de um blog correcto “if you always do what you always did, you always get what you always got”