10.28.2005

WORK IN PROGESS

Blue pastures - fade away
Green rivers in silver light
I'm walking to the sound of distant bells
So peaceful I don't know who I am
And just when I think its clear, it turns all grey again
And I wonder who will find me in the snow
And just when I thought I was free I got pulled in again
Once you're in, you're in.
Blue pastures calling home
I'm walking but I can't stand anymore
Hear voices can't tell near or far
Weird voices - lay me down
And I don't see why I'm obliged to just carry on
When everything I touch turns out wrong
And I feel I've committed some crime - but I don't know what I've done
One day life just wins One day life just wins
Still breathing but I'm tired and I wanna go home
Still breathing but i'm not sure anymore
Still breathing But it doesn't really matter if I fade away.
Fall into this sleep - fall into the deep.

(hoje ao som de James, over and over)

10.13.2005

E o mais importante é...?

Dois eventos distintos (100 de Mafra e Avalanche) feitos na mesma máquina deram para “saborear” devidamente a importância de cada componente da Bike e colocar-me uma questão de muito díficil resposta. Se tivesse de nomear o componente mais importante da Bike, em termos de performance, qual seria ? Quando vemos nas revistas (pelos menos nas nacionais) os diferentes testes chegamos rapidamente à conclusão que aquilo é mais merchandising que outra coisa. O conjunto é sempre de qualidade equivalente embora as partes que os constituem sejam distintas. Daí que dizer “isto é mais importante que aquilo” é dificil e muito subjectivo. Mas, tal como já o fiz para os quadros, aqui vai um escalonamento possível (assumindo obviamente que cada componente é de qualidade e fiabilidade equiparável):
1 – Os travões; são eles que ditam a velocidade a que posso ir e a segurança no parar/abrandar. Stop !
2 – A suspensão; a definição da trajectória passa essencialmente por aqui. É preciso dizer mais ?
3 – Pneus; tracção, aderência no curvar, resistência. Já dizia o anúncio, power is nothing without control.
4 – Transmissão; mudanças que não engrenam, correntes que saltam, chupões são daquelas chatices que prejudicam a performance e podem mesmo levar a uns trambolhos desagradáveis.
5 – Amortecedor; manter a roda de trás bem colada ao chão mas sem bombear muito revelou-se para mim essencial quer nas descidas, quer em subidas técnicas, para mais quando se tem uma single pivot.
6 – Rodas; estão no fim da lista se calhar porque ando há muitos anos com Mavic cross-Max que não desafinam, não partem, não entortam, enfim, não tem problemas. Taken for granted ?

MATEMÁTICA NO BTT


Em mais uma tentativa de iniciar o BTT às Ciências “duras” aqui fica uma tentativa de definir matematicamente algumas variantes do BTT (com a inestimável colaboração de Mr G) e em que K representa a kilometragem percorrida e T o tempo (em minutos) em cima da bike. Ao contrário de algumas opiniões, no meu passeio ideal S não tende para zero.

10.12.2005

Avalanche IV - O belo e o Monstro


O belo é o de vermelho :-)
Parabéns ao "monstro" pelas 41 primaveras !

Avalanche III - As máquinas


As lindas

10.10.2005

EnTALAdo


Foi um fds entalado. Entalado entre paredes, entalado entre trabalhos, entalado entre ascendentes e descendentes, entalado por pieiras e tosses infantis, entalado por candidatos autárquicos, entalado em cafés rascas, entalado em subúrbios. Tudo porque a semana passada entalei o dedo e fiquei de tala sem poder dar uso à TALAS.

10.06.2005

High-tech

Ao contrário de alguns amigos que gostam da simplicidade, eu acho piada às questões técnicas do BTT e não só. Vem isto a propósito de 2 coisas. A primeira é este post estar a ser feito no interior da viatura recorrendo ao wireless de alguém nas proximidades que tem o seu router desprotegido. Sorry mate mas o centrino é implacável. A segunda tem (ainda) a ver com o Avalanche e de pela primeira vez ter sentido o porquê da existência de guias de corrente. Foi uma sensação algo esquisita o de tentar pedalar e não ter “tracção” apesar de a corrente lá estar (à primeira pensei que a tinha partido). A trepidação era tanta que me obrigou por várias vezes a passar de um 3x8 para algo tipo 2x6 e voltar “à força” do prato 3. Enfim, não é algo que pense vir a ter mas pelo menos já testei “por defeito” a sua utilidade nalguns casos.

10.04.2005

Avalanche II – O Pessoal

Definitivamente não é a minha “tribo”. Na generalidade, grunge-hard, música sempre alto, sempre a bombar, outra forma de ver e (não) partilhar as coisas. Poucos ali estavam que gostassem de “apreciar as folhinhas”. E acho que fui o único a utilizar o GPS para descobrir uma forma diferente de chegar lá acima. Mas deu para conhecer também malta fixe (http://eurotrilhos.blogspot.com/) que gosta de um Favaios a seguir ao jantar. Espero que tenham chegado cá abaixo em condições e que haja mais coisas destas para nos encontrarmos. De tirar o chapéu também ao “maluco” (esse sim) que no domingo subiu aquilo tudo na minha cauda com uma Orange de DH.

Avalanche I – O Rescaldo

Foram 3 vezes a subir e outras tantas a descer; com a bike ! Been there, done that! Para a próxima é só tentar descer o máximo de vezes possível subindo com recurso à motorização. Muito pó, muito estradão “a abrir”, 2 drops sempre à la pata e uns single-tracks bem giros. 2 troncos mais altos fizeram notar que a Superlight é rasteirinha para estas coisas mas fora isso continua a ser uma grande máquina (e então com a Talas...). Deu para experimentar uma NOMAD (quantos cá na terra se poderão já gabar do mesmo? :- ))) e ver o potencial que ali está mas não é máquina para mim. Zero problemas técnicos (não percebo como é que há pessoal que fura tanto; já ouviram falar em pressão correcta nos pneus ?? E em Magik Seal ??), zero quedas mas um encosto com a mão num muro a 20m do final que causou uma fractura na cabeça do dedo médio (o do “sinal”), o senão num fds até então 5*****.