
Ao fim de mais de uma semana sem andar na bicla mas um bocado de mota, estava bastante curioso sobre como me iria sentir no passeio de ontem. Ainda para mais porque ia testar um guiador novo. Nos primeiros metros “estranhei” a leveza e agilidade da Titus em comparação com a CBF600SA (que, já agora, é o modelo da mota…). Mas não estranhei os travões trocados, a inclinação nas curvas, ou a aderência em curva.
Isso e a “pica” acumulada deram aquela força para andar sempre na esgalha. Ora e nestas condições não é fácil andar na cola da Titus... Que o diga Mr ML que na perseguição viu a sua roda da frente resvalar e depois já só sentiu os arranhões no braço, joelho e canela (e não ter sentido a bike de Mr LD nas costas foi uma sorte... :-). Foi mais uma ocasião para ajudar os amigos com as coisas que levo no camelbak, desta feita, o betadine. Primeiro lavaram-se as feridas com uma forte borrifadela de água (cuspida que assim já leva uns anti-sépticos :-) e depois o dito betadine. Este contratempo levou-nos a encurtar o passeio já que o joelho estava um bocado inchado. Nada que agora uma semana de repouso não cure (espera-se!!).
E a Titus? Maravilha. Os novos componentes Hope cumpriram, quer estética, quer funcionalmente. E o guiador também. Arriscaria mesmo dizer que a flexibilidade do carbono trouxe um conforto adicional embora para esse facto também contribua a colocação de punhos novos (uns Ritchey WCS, iguais aos anteriores). Menos bom só mesmo algumas “mudanças fantasma” fruto de um drop-out que já conheceu melhores dias. Como eu... :-(